Este é um GOTY no assunto de games de guerra ou que revolucionaram a indústria? NÃO! Ele é um jogo medíocre, no termo explícito da palavra. Porque ele é médio em tudo. Dito isso, é um jogo médio em tudo que agrada muito, uma vez que não temos mais jogos de guerra desse tipo há um certo tempo. Frente ao seu rival de guerra, o Call of Duty, ele está realmente mais divertido, pois o que conta aqui é seu gunfight. A movimentação não é a mandatória. Mas um time bem sincronizado vence toda e qualquer partida, vide BFs das antigas. Graficamente o game não espanta os olhos com tamanha fidelidade, mas está a par do que esperamos na indústria atualmente com o plus de algumas destruições. Os sons desse game brilham por si só. É uma imersão incrível, porque tudo é reativo à sua atividade. Um simples carregar de armas traz sons para cada uma das animações feitas pelo seu personagem e sua arma. Além disso, os sons dos veículos enquanto você está no campo de batalha são impagáveis. Se vale a pena comprar? SIM! É possível se arrepender? Acho pouco provável, se você gosta de jogo de guerra. E se você está com medo de sentir falta do CoD, este VF tem uns modos de Curta Distância que lembram muito seu rival mas de uma forma muito melhor, pode ficar tranquilo.
“Senhor... o que quer que eu faça? Não posso ouvir o Senhor...” Há silêncio. Só o som distante da guerra. E então, um grito de soldado ferido rompe o ar. Doss entende. É a resposta. “Tudo bem, Senhor. Vou buscar ele.” Enquanto o inferno explode ao redor, ele ora baixinho a cada novo corpo que encontra: “Senhor, ajuda-me a salvar mais um.” “Só mais um, Senhor.” (“Lord, please help me get one more.”) Ele repete isso como um mantra, entre o choro e o esforço físico. Cada vez que termina de descer um homem, ele volta para o campo, mesmo sabendo que pode morrer a qualquer segundo. Doss rasteja, se arrasta, carrega homens maiores que ele nas costas. Em certo momento, ele é atingido por estilhaços, mas continua. Seu corpo fraqueja, mas sua oração se mantém firme: “Só mais um, Senhor.” Quando o dia amanhece, os soldados que estavam lá embaixo percebem os feridos sendo baixados, um por um, pela corda. Ninguém entende como alguém está fazendo aquilo sozinho. Quando finalmente encontram Doss, ele está exausto, desmaiando de cansaço, mas com o semblante sereno. Tinha salvo 75 homens naquela noite. O capitão Glover, que antes zombava da fé dele, o encara em silêncio, e diz: “Eu não entendo como você fez isso, Doss.” E Doss responde com simplicidade e humildade: “Eu só rezei pra Deus me ajudar a salvar mais um.”